Quinta-feira, 23 de Abril de 2009

santiago de compostela - 8ª etapa

Refeitos por uma noite bem dormida e bem aproveitada dada a boa vontade dos voluntários responsáveis pelo Albergue, todos os peregrinos acordaram por volta das 8H30 e nós não fomos excepção.

Como ontem não conseguimos actualizar devidamente este blog, dirigimo-nos para o café da estação ferroviária, onde ontem já havíamos estado e curiosamente, fomos servidos por um português e mais curioso ainda ter sido nosso vizinho em Vila Chã. O mundo é mesmo pequeno…

Por isso, começamos a caminhar por volta das 11H00.

Depois da visita à Igreja da Virgem Peregrina, uma das maiores referências do Caminho Português, por falta de sinalização, acabamos por demorar um pouco mais a sair do centro de Pontevedra, que é digno de visita bem mais demorada.

Abaixo registamos além da Igreja da Virgem Peregrina, a de S. Francisco e a Ponte Milenar do Burgo, onde o Rio Lérez desagua na Ria de Pontevedra.

Caminhamos paralelamente ao Rio Gândara, pensando a Cláudia ter andado tanto para chegar a casa dos pais.

Segue-se a Igreja de Santa Maria de Alba, junto à qual existe uma estátua que homenageia os peregrinos.

Atravessar o bosque que conduz a S. Mauro deu-nos bastante prazer e o facto do caminho estar completamente inundado, fez-nos reconhecer da importância de trazer calçado impermeável, que o digam uns peregrinos espanhóis, que efectuaram essa parte do percurso quais “elefantes saltando suavemente de nenúfar em nenúfar.

Depois do almoço em S. Mauro, caminhamos sobre um sol abrasador que, agravado pelas parcas fontes existentes, acabaram por tornar o restante percurso menos agradável. A saída tardia para iniciarmos a caminhada acabou por se revelar muito fatigante.

Já em Briallos, observamos a indicação do Albergue, onde nos desviamos para carimbar as credenciais e ficamos a saber, que até esse momento, apenas haviam chegado três peregrinos.

Continuamos até Caldas De Reis, onde existe uma estância termal, com um agradável bar com esplanada e uns magníficos gelados, que repuseram o dobro das energias gastas.

Procuramos o Hotel que nos havia sido sugerido por um elemento da protecção civil, onde estamos a escrever e que se revelou uma excelente escolha tendo em conta o binómio qualidade/preço.

Escusado será dizer que aproveitamos para um bom banho de banheira, encorajando-nos a pôr a escrita em dia (do blog claro!).

Ultreya!

 

publicado por vagabundos às 14:50
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